Aeroporto Marechal Rondon está entre os piores do país

15 de janeiro de 2011 - 10:11 | Postado por:

 

O Aeroporto Internacional Marechal Rondon, localizado em Várzea Grande, é o segundo pior do país na área de desembarque, de acordo com a opinião dos próprios passageiros, conforme levantamento feito pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

A pesquisa é realizada de forma espontânea, no site do órgão, e revela a situação dos 22 maiores aeroportos do país e também dos menores. No local, é possível pontuar 16 diferentes quesitos e verificar rankings nacionais dos aeroportos e companhias aéreas por temas.

Além de ser o segundo pior na categoria “conforto no desembarque”, o Marechal Rondon ocupa o segundo lugar em “restituição da bagagem na esteira” e o quarto lugar na “inspeção de raios X”. No ranking geral do país, o principal aeroporto do Estado ocupa a 17ª posição.

Goiânia (GO) é a Capital com o aeroporto mais criticado: exceto questões alfandegárias, o Santa Genoveva está em último lugar em todos os quesitos.

De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Viagens em Mato Grosso, Nilson Marques de Freitas, em entrevista nesta sexta-feira (14) à TV Centro América (Globo/Canal 4), os problemas apresentados são reflexos da falta de estrutura do aeroporto.

“O crescimento no número de passageiros é grande e o Marechal Rondon não tem acompanhado. O que temos feito é cobrado com ênfase a construção e ampliação definitiva do aeroporto”, disse ele.

Segundo dados da Anac, Mato Grosso teve um crescimento de 30% no número de embarques e desembarques de passageiros de 2009 para 2010. A média é superior a nacional, de 23%.

Soluções

Ao MidiaNews, a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) revelou que o projeto de ampliação e reforma do Marechal Rondon, que também visa à Copa do Mundo de 2014, está em processo de elaboração de edital e, só depois de pronto, poderá definir datas.

Apesar disso, um edital para implantação de um Módulo Operacional na área de desembarque, no valor de R$ 2,5 milhões, já tinha sido aprovado e a Ordem de Serviço assinada pela Infraero, em novembro do ano passado.

O módulo é uma solução provisória para os gargalos do aeroporto, enquanto a ampliação, orçada em R$ 87,5 milhões, não acontece. Ainda assim, as obras de “desafogamento” do desembarque não começaram.

fonte:midianews.com.br

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