Preso segundo assaltante que invadiu joalheria

19 de março de 2012 - 21:28 | Postado por:

Policiais da Delegacia de Repressão a Roubos e Furtos da Capital prenderam na tarde desta segunda-feira o assaltante Victor Hugo Santos Silva, de 20 anos, um dos dois participantes do roubo a uma joalheria no bairro Quilombo, na Capital.

O assalto ocorreu na manhã do dia 22 de dezembro, quando dois homens se passando por funcionários da Rede Cemat roubaram joias avaliadas em cerca de R$ 80 mil, além de outros pertences. Na fuga, roubaram um Sandero pertencente à proprietária da joalheria. O veículo foi localizado, na sequencia.

Além do assalto a joalheria, Victor Hugo é suspeito de ter roubado uma loja de modas e também dois automóveis. Com ele, no bairro Cristo Rei, os policiais apreenderam uma L 200 roubada. No dia 1º de fevereiro, os mesmos policiais prenderam outro integrantes do bando. Na ocasião, foi preso Renê da Silva, 22, flagrado com um lingote de ouro derretido e também algumas pulseiras e correntes que teriam sido roubados recentemente de uma joalheria da Capital.

A apreensão das jóias ocorreu na casa dele, no bairro Ouro Fino, região do CPA, em Cuiabá. O irmão dele, Roberto, conseguiu escapar ao cerco policial. Além das jóias, os policiais apreenderam com Renê, um revólver calibre 38 e cerca de R$ 10 mil em dinheiro, referente à venda de joias.

As funcionárias explicaram que os bandidos se apresentaram como funcionários da Cemat e iriam fazer a medição do consumo. Em seguida, sacaram um revólver cada e levaram todas as jóias que puderam.

No final de janeiro, os policiais da Derf prenderam o albergado André Luiz Nascimento, o “Sabonete”, de 20 anos, como um dos dois assaltantes. Agora, com a prisão de Victor Hugo, os policiais terminaram os trabalhos.

As imagens do circuito interno são claras e os bandidos que estavam com a cara limpa, ficam o tempo todo na frente das câmeras facilitando a análise das imagens por parte dos policiais. Através das imagens, chegaram até André que está como preso albergado.

Inicialmente, a proprietária da joalheria havia reconhecido um suspeito através de fotos existentes nas fichas criminais da Delegacia, mas depois descobriu que estava equivocada. A partir daí, as investigações avançaram.

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